Impulsivamente


Depois de tempos e tempos sem postar, caprichei! Essa música do Grégory Lemarchal se chama À Corps Perdu, e significa Impulsivamente. Linda, sem comentários, mas vc pode deixar um. Ouça e comente!

quarta 24 outubro 2007 17:14


A desvalorização da nossa Música

Blog de musicaxx1 :Música XXI, A desvalorização da nossa Música

É impossível algum brasileiro não conhecer nenhuma música america, e é impossível um americano conhecer alguma música brasileira. Talvez não seja assim, mas é fato de que os americanos só visam as músicas deles, uma pena.

Enquanto aqui, tem gente que conhece a Kelly Clarkson e nem faz idéia de quem seja a Liah, lá nem pergunte o nome de algum cantor brasileiro, pq eles vão virar e dizer: Que é isso? Nome de fruta?

É sério, mas é nossa culpa, pq o Brasil quer se americanizar, pq acham que as músicas deles é que são boas, e é verdade, mas a nossa, assim como as músicas paraguaias, japonesas, mexicanas, iranianas, etc tbm são.

Temos que dar mais valor a nossa música, pq existem cantores muito bons, como a Marjorie Estiano, a Liah, o Fresno, etc.

Veja essa pergunta e a resposta de um especialista:

Por que as músicas americanas mais tocadas nos EUA, também fazem sucesso no Brasil? Já as musicas brasileiras tem pouco ou nenhuma repercussão no EUA?

Culturalmente somos cópia dos norte-americanos! copiamos tudo = modelo econômico, costumes, virtudes, etc...
Assim ouvimos o que toca por lá. O que eles "dizem" ser bom!
O povo de lá não ouve o que toca na "colônia"... acham provinciano.
É a mesma coisa que acontece nas grandes cidades brasileiras = O que toca nas rádios das grandes metrópoles brasileiras não é a mesma coisa que toca nas rádios interioranas "da colônia", lá nos fundos dos cafundós onde o diabo perdeus as botas.... lá no interiorzão só toca música sertaneja, ou baião , etc...

tão simples como o que acontece com a gente mesmo! não precisa ser filósofo para constatar isso!
Você está de acordo?
Hoje em dia, os adolescentes só curtem o rock americano, como o Linkin´Park, o Yellowcard, e não dão nenhum valor as nossas bandas, que são iguais ou melhores. Mas o preconceito parte de nós mesmos, alguns até embarcam no ritmo do Detonautas, mas 90% ainda prefere o Green Day...
Será que vamos conseguir reverter esse quadro?
BRASIL X EUA...
Depende de nós.

sexta 12 outubro 2007 11:53


My Chemical Romance... Bizarros mas Bons...

Blog de musicaxx1 :Música XXI, My Chemical Romance... Bizarros mas Bons...
Origem Nova Jérsei
País Estados Unidos
Período 2001 - atualmente
Gênero(s) rock alternativo
Gêneros disputados
Gravadora(s) Eyeball Records (20012003)
Reprise Records (desde 2003)
Epic Records
Integrantes Gerard Way
Mikey Way
Frank Iero
Ray Toro
Bob Bryar
Ex-Integrantes Matt Pelissier
Página oficial www.MyChemicalRomance.com


My Chemical Romance (geralmente abreviado para MCR, ou My Chemical) é uma banda dos Estados Unidos de rock formada em 2001 em Nova Jérsei.

Os integrantes são oriundos de Belleville e Kearny, Nova Jérsei, exceto pelo baterista Bob Bryar, que é de Chicago, Illinois. O nome da banda foi idéia do baixista Mikey Way, que retirou-o do livro "Ecstasy: Three Tales of Chemical Romance" de Irvine Welsh.

A banda foi formada pelo vocalista Gerard Way e pelo ex-baterista Matt Pelissier. A primeira canção que eles escreveram foi Skylines and Turnstiles, escrita por Gerard, na qual ele fala sobre seus sentimentos sobre os Ataques terroristas de 11 de Setembro. Pouco tempo depois, Ray Toro, Mikey Way (irmão de Gerard) e Frank Iero se juntaram ao grupo.

Recentemente a banda já apresentou em concerto canções como Dead, I Don't love you e Cancer, entre outras. O novo single já está em rodagem pelas televisões do mundo fora. Welcome to the Black Parade«« foi retirado do novo álbum e introduz também o novo visual da banda representando os seus alter-egos. A canção já foi inclusive apresentada no pré-espetáculo do VMA 2006. No videoclipe da canção, o vocalista Gerard Way tingiu o seu cabelo preto de branco/loiro e o encurtou. O baixista Mikey tirou os óculos. Começou também o Skeleton Crew, um coro de pessoas vestidas de esqueleto que acompanham a banda na sua parada negra.

A banda também editou o seu disco em vinil com os B-sides, como "Famous Last Words" e "Welcome to the Black Parade" em versão Live e "Heaven Help Us", "Kill All Your Friends" e My Way Home Is Through You".

Existe muita polêmica, por exemplo, sobre o uso do termo Emo para descrever o estilo adotado pela banda. Para os fãs, esta classificação é equivocada e não corresponde com as características das letras e do estilo musical da banda. Até mesmo a banda, rejeita totalmente o uso do termo para descreve-los. O vocalista Gerard Way, em uma entrevista recente disse: “Acho que emo é um lixo, é uma besteira. Acredito que existam algumas bandas com as quais infelizmente somos relacionados que são consideradas emo e por conseqüência começam a nos fazer PARECER emo”.

“Tudo que posso dizer é para qualquer um que estiver escutando nossos discos, coloque-os do lado de discos emo e verão que não há nenhuma semelhança. Acho que o emo é um monte de LIXO.”

quinta 04 outubro 2007 20:41


A Curta Tragetória de Grégory Lemarchal...

Um dia, lendo sobre ele numa aula de francês, vimos que Grégory era um jovem cantor francês... jovem mesmo, com apenas 24 anos. Ele já foi ganhador de vários prêmios, inclusive do France de Rock Acrobatique. Ele era muito querido na França, mas em outros lugares, como no Brasil, ele não era muito conhecido. Apesar da fama e de sua pouca idade, Gré tinha uma gravíssima doença genética (que já está presente no corpo desde o nascimento) e sabia que iria morrer jovem. Ele esperava por um transplante para tratar dessa mucovidade no pulmão, mas sabia que mesmo assim, o transplante não iria curá-lo, mas dava ao doente muito mais tempo de vida. Aí, conversando com uma amiga francesa pelo MSN, perguntei sobre ele. A triste notícia: ele havia morrido meses atrás. Jovem e talentoso, não resistiu. Ela me deixou um vídeo dele, que converti em música e baixei no meu pc. A música é muito triste, pois ele canta para ele mesmo sabendo de seus poucos dias na Terra. Ela se chama Je Suis En Vie (Eu estou vivendo), e vale a pena ouvir!

Demain, on ne sait jamais
si c'est encore loin ou bien trop près
On se dit qu'on aura tout le temps
Demain on s'attend à tout
Devenir quelqu'un ou devenir fou
Aujourd'hui c'est moi qui grandis

Ça me plait de plus en plus
Ça me blesse de moins en moins
Comme si l'amour avait fait le saut de l'ange

{Refrain:}
Je suis en vie
Ça n'a pas de prix
Ça n'est pas a vendre
Je suis en vie
Je respire et j'espère
Que tu seras tendre

Demain entrer dans la ronde
Sur la planète terre
Etre un homme du monde
Ça parait si proche tous ces cris
Demain il sera trop tard
Comment demander de l'aide
A chaque idée noire
Je le sais
Enfin
Aujourd'hui

Ça me plait de plus en plus
Et j'en laisse de moins en moins
Comme si mon âme avait saisi le mélange

{au Refrain}

Je suis en vie {x3}

je respire et j'espère
Que tu seras tendre

quarta 03 outubro 2007 07:44


The Carpenters-O sucesso convertido em Tragédia...

Blog de musicaxx1 :Música XXI, The Carpenters-O sucesso convertido em Tragédia...
Origem Los Angeles, Califórnia
País Estados Unidos
Período 1969 - 1983
Gênero(s) música pop
soft rock
Gravadora(s) A&M Records
Integrantes  
Ex-Integrantes Richard Carpenter
Karen Carpenter
Bob Messenger
Tony Peluso
Cubby O'Brian
Página oficial www.RichardAndKarenCarpenter.com

Carpenters foram uma dupla musical da década de 1970, composta pelos irmãos Karen (1950-1983) e Richard Carpenter (1946-). Com seu estilo melódico, eles levaram à parada de sucessos muitas canções no Top 40 da música americana, tornando-se representantes do soft rock e se incluindo entre os artistas mais representativos da década.

Durante a metade dos anos 60, Richard e Karen tentaram lançar uma carreira musical, mas não obtiveram sucesso até o final dessa década. Em maio de 1966 Karen se juntou a Richard em uma sessão musical noturna no estúdio de garagem do baixista Joe Osborn, onde Richard estava para acompanhar o teste de uma vocalista. Quando lhe pediram que cantasse, Karen o fez e ganhou um contrato de curta duração como artista-solo no selo de Osborn, o Magic Lamp. O single produzido incluiu duas das composições de Richard, "Looking for Love" e "I'll Be Yours", mas o selo logo acabou. Durante este período a dupla, com o baixista Wes Jacobs, formou o Richard Carpenter Trio em trio de jazz instrumental, que ganhou a Batalha das Bandas no Hollywood Bowl em 1966, mas foi recusado pela RCA, que duvidou do potencial comercial da banda.

Os irmãos logo se juntaram a quatro estudantes de Música da Universidade do Estado da Califórnia em Long Beach e formaram o sexteto Spectrum. Embora fizessem apresentações, não fecharam contrato com nenhuma gravadora. Mas a experiência se mostrou produtiva: Richard encontrou em seu colega John Bettis um letrista para suas composições.

Após o fim do Spectrum, os Carpenters decidiram continuar como dupla com Richard no piano, Karen na bateria e ambos como vocalistas. Contratados para tocar em uma festa no lançamento de um filme em 1969, a estrela desse filme, Petula Clark, apresentou-os a Herb Alpert com quem a dupla assinou um contrato pelo selo "A&M Records". Seu primeiro disco, Offering, tinha várias composições de Richard no tempo Spectrum e uma canção de muito sucesso dos Beatles, Ticket to Ride, que se transformou em um sucesso dos Carpenters a ponto de se tornar o título do álbum outrora denominado Offering, o que aumentou as vendas.

Os Carpenters estouraram nas paradas de sucesso em 1970 com a canção de Burt Bacharach e Hal David, (They Long to Be) Close to You (do disco de mesmo nome), que atingiu o topo e nele ficou por quatro semanas. A gravação seguinte, "We've only just begun", atingiu o segundo lugar e seu tornou o maior sucesso da dupla no final de 1970.

Vários sucessos mantiveram a dupla nas paradas no início da década, como "For All We Know", "Rainy Days and Mondays", "Superstar", Hurting Each Other", "It's Going to take some time" e "Goodbye to Love", "Sing" Yesterday Once More", dos álbuns Carpenters (1971), A Song for You (1972) e Now and Then (1973). "Top of the World" atingiu o topo das paradas em 1973. O álbum com os melhores sucessos entre 1969 e 1973 se tornou um dos mais vendidos da década, com mais de 7 milhões de cópias apenas nos Estados Unidos.

Durante a primeira metade dos anos 1970, a música dos Carpenters foi um elemento principal das paradas Top 40. O duo produzia um som diferente com a voz de contralto de Karen no vocal principal, e ambos os irmãos nos vocais de fundo com harmonias densas. Ao seu papel como vocalista, pianista, tecladista e arranjador, Richard adicionou o de compositor em várias canções.

Para promover suas canções, a dupla manteve uma inacreditável agenda de apresentações e aparições na televisão. Em 1973, aceitaram um convite para se apresentar na Casa Branca para o presidente Richard Nixon e o chanceler da Alemanha Ocidental Willy Brandt.

A popularidade dos Carpenters freqüentemente confundia os críticos. Com suas baladas doces e suaves, muitos diziam que era o som do duo era meigo, piegas e meloso, enquanto a indústria fonográfica os premiava com Grammys (foram três).

Entre 1973 e 1974 não houve muito tempo para lançar material novo. Como resultado, os Carpenters não lançaram disco novo em 1974. No início de 1975 fizeram uma versão de um sucesso dos Marvelettes, "Please Mr. Postman", que atingiu o primeiro lugar das paradas mas foi último a tingir esse posição. No mesmo ano "Only Yesterday" foi lançada, e entre 1975 e 1976 foram lançados os discos Horizon e A Kind of Hush. Mas a essa altura as canções não faziam mais o sucesso de antes, tanto que "Goofus" nem chegou ao Top 40.

O álbum mais experimental Passage, lançado em 1977, representou uma tentativa de se aventurar por outros gêneros musicais com canções como "Don't Cry for me Argentina" da "ópera-rock" Evita, "All You Get Form love is a Love Song", uma mistura de rock latino, com calipso e pop, além da intergaláctica "Calling Occupants of Interplanetary Craft", com acompanhamento de coral e orquestra.

Mesmo com os insucessos na parada americana, a dupla continuou a ser popular. Em 1978, foi lançado o álbum natalino A Christmas Portrait se tornou um clássico de Natal (houve um outro disco natalino, denominado An Old-Fashioned Christmas, lançado em 1984, após a morte de Karen). Os Carpenters também fizeram três especiais de televisão, dos quais participaram outros artistas como Ella Fitzgerald e John Denver.

No meio da década de 70, o excesso de turnês e as longas sessões de gravação começaram a cobrar caro da dupla o esforço e contribuíram para as dificuldades profissionais enfrentadas no final dessa década. Karen fazia dietas obsessivamente e desenvolveu anorexia nervosa, a qual se manifestou pela primeira vez em 1975, quando uma exausta e enfraquecida Karen foi forçada a cancelar apresentações no Reino Unido e no Japão. Richard, enquanto isso, desenvolveu dependência de soníferos, que começaram a afetar seu desempenho no final dos anos 70 e levaram ao fim das apresentações ao vivo da dupla em 1978 e à sua internação em uma clínica.

No início de 1979, Karen, não desejando permanecer parada enquanto seu irmão se recuperava na clínica, decidiu gravar e lançar um álbum solo com o produtor Phil Ramone em Nova York. Seu disco (Karen Carpenter) tinha um estilo mais adulto e disco, em um esforço para mudar sua imagem. O resultado do projeto teve uma recepção morna de Richard e os executivos da A&M Records e no início de 1980 Karen primeiramente hesitou, abandonando por fim seu disco solo, que seria lançado apenas em 1996, 16 anos depois, 13 após sua morte. Karen preferiu lançar outro disco com Richard (já recuperado da dependência de soníferos), que se transformou no álbum Made in America, lançado em 1981.

Os problemas pessoais, entretanto, diminuíram as possibilidades de um retorno às paradas e Karen teve um casamento que não deu certo com Thomas Burris, a separação ocorreu um ano depois. Em 1982, Karen foi Nova York procurar tratamento com o psicoterapeuta Steven Levenkrom para suas desordens alimentares decorrentes da anorexia nervosa, voltando naquele mesmo ano disposta a refazer sua carreira. Ela rapidamente ganhou 5 quilos em uma semana, o que aumentou os danos a seu coração, resultado de anos de dieta e abusos (especialmente - conforme se diz - com o uso do Xarope de Ipecac, um forte emético - para induzir vômito). Em 4 de fevereiro de 1983, Karen sofreu uma parada cardíaca na casa de seus pais em Downey e teve sua morte declarada no Hospital Memorial de Downey aos 32 anos. Karen, vestida de rosa, foi posta em um caixão aberto. Entre os que foram às exéquias estavam suas melhores amigas, Olivia Newton-John e Dionne Warwick.

Após a morte de Karen, Richard continuou a produzir canções da dupla, inclusive muito material inédito e várias coletâneas, tendo lançado o disco Voice of the Heart no final de 1983. Sua dedicação em proteger a imagem dos Carpenters e o legado de gravações gerou muitas críticas, principalmente quando ele impediu em 1987 o lançamento do curta-metragem Superstar: a História de Karen Carpenter, de Todd Haynes, que se utilizou de bonecas Barbie para mostrar a morte precoce de Karen. Embora a crítica tenha dito que tudo foi mostrado de forma um tanto compassiva, a história mostrada não é nada favorável à família, retratada de forma desagradável. Richard obteve sucesso em proibir a execução do curta com base na violação dos direitos autorais das canções, usadas sem permissão.

Um telefilme de 1989, A História de Karen Carpenter, produzida com a ajuda de Richard teve audiência na época de seu lançamento. Nesse ano, foi lançado o disco Lovelines, com canções que não entraram nos discos anteriores e do disco-solo de Karen, que como já foi dito, seria lançado em 1996, sob o título Karen Carpenter.

Muitas das canções dos Carpenters são populares ainda hoje, tais como: "Close to You", que é cantada em bares de karaokê e "We've only just begun" continua popular em casamentos.

Hoje, Richard Carpenter vive com sua esposa, Mary Rudolf-Carpenter e suas quatro filhas em Thousand Oaks, Califórnia e o casal se tornou grande fomentador da produção artística na cidade. Richard é também colecionador de carros antigos que são ganhadores de concursos.

terça 02 outubro 2007 09:07


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